Abre ao público no dia 18 de setembro, no Panteão Nacional, a exposição Júlio Pomar: Equus. Obras da Coleção da Caixa Geral de Depósitos.
Equus ferus caballus é o nome científico do cavalo domesticado, mas no Panteão Nacional, a palavra Equus soa também a eco. Neste monumento, onde o som reverbera por 16 segundos, os cavalos de Júlio Pomar (Lisboa, 1926–2018) encontram o seu refúgio numa exposição que celebra o centenário do nascimento do pintor. Imagens de cavalos ocupam a sala de exposições temporárias do monumento, representando diferentes fases da obra de Júlio Pomar: de um D. Quixote, de 1959, ao tríptico Tropel, de 1989, incluindo algumas Tauromaquias da década de 60.
Esta exposição é uma homenagem a um dos maiores pintores portugueses, fruto de uma parceria entre a Culturgest e o Panteão Nacional.
Curadoria de Santiago Macias e Isabel Inácio. Patente até 27 de dezembro.
