Em vésperas do Mundial de Futebol e no contexto da evocação dos 60 anos da lendária participação da Seleção Nacional de Futebol no Campeonato do Mundo de 1966, o Museu Nacional de Etnologia apresenta a exposição temporária Fintar a Vida. Caniço, Futebol e o Estado Novo.
Trata-se de uma exposição que convida a uma reflexão aprofundada sobre o papel do futebol nos subúrbios da antiga Lourenço Marques entre as décadas de 1950 e 1970.
Com curadoria de Nuno Domingos, investigador no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, e de Gonçalo Amaro, diretor do Museu Nacional de Etnologia, Fintar a Vida. Caniço, Futebol e o Estado Novo reúne fotografias, acervo etnográfico e objetos da cultura popular das décadas de 1950 a 1970. A exposição propõe uma viagem aos subúrbios de Lourenço Marques, atual Maputo, naquelas décadas, convidando simultaneamente à reflexão sobre cultura, desporto e os legados do colonialismo.
A exposição reúne acervo não apenas do Museu Nacional de Etnologia, mas também de diversas instituições parceiras, entre as quais o Arquivo Municipal de Lisboa, a Cinemateca Portuguesa, o Museu do Benfica – Cosme Damião, o Museu do Belenenses, o Museu do Desporto, o Museu de História Natural e da Ciência da Universidade de Lisboa, o Museu do Sporting, bem como várias coleções particulares.
Fonte: MMP
