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Muzeu — Pensamento e Arte Contemporânea dst | um novo museu em Braga

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No próximo dia 25 de abril, vai ser inaugurado, em Braga, o Muzeu — Pensamento e Arte Contemporânea dst. O espaço irá ocupar o o edifício entre a Praça do Município e a Praça Conde de Agrolongo, recuperando o antigo Palacete Vilhena Coutinho e assumindo a ambição de funcionar como ponto de encontro, quase como uma terceira praça, aberta à comunidade.

Por detrás do museu está o dstgroup, um dos maiores grupos empresariais portugueses. A empresa de Braga atua nas áreas da engenharia, construção, energia, ambiente e telecomunicações e emprega cerca de três mil pessoas e ao longo das últimas décadas, foi também acumulando uma coleção de arte contemporânea com cerca de 1500 obras de mais de 240 artistas.

Essa coleção começou de forma inesperada. pelo seu presidente, José Teixeira, que começou a reunir serigrafias e litografias oferecidas por cenógrafos ligados à Companhia de Teatro de Braga. Hoje, essa base cresceu e dá origem ao primeiro museu de arte contemporânea da cidade.

O espaço desenvolve-se ao longo de quatro pisos, com cerca de três mil metros quadrados de área expositiva, e inclui um auditório com 150 lugares. A arquitetura combina elementos industriais com estruturas históricas e integra vestígios como troços da muralha medieval.

A exposição inaugural chama-se “Sejamos Realistas, Exijamos o Impossível” e vai reunir mais de 100 obras de 96 artistas, incluindo nomes como Pablo Picasso, Paula Rego ou Nan Goldin. Haverá também uma sala dedicada a Anselm Kiefer, pensada como instalação permanente.

O arranque do museu inclui ainda um programa paralelo com concertos, conferências, workshops e atividades educativas. Entre as iniciativas estão um ciclo de jazz, debates sobre a Constituição e sessões de filosofia para os miúdos.

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