Contactado pela agência Lusa, o arqueólogo municipal e chefe de divisão de Desenvolvimento Sociocultural da autarquia, no distrito de Viana do Castelo, Nuno Soares, referiu estarem previstas novas campanhas, anuais, pelo menos até 2029.
A primeira escavação científica foi realizada no verão de 2025 e, “serviu para avaliar o seu potencial arqueológico, que se revelou bastante grande, tendo em conta não só a dimensão do Castro, localizado numa área de 10 hectares, mas sobretudo a conservação e extensão dos vestígios”.
Nuno Soares adiantou que a “importância do castro resulta da descoberta, por mero acaso, de uma pedra formosa, raríssima”.
“Há meia dúzia de exemplares em Portugal. Esse facto já quer dizer que era um castro estrategicamente importante”, acrescentou.
O Castro de Eiras, como é designado, foi descoberto “através de uma prospeção geofísica (georradar e magnética).

