No dia 4 de junho, foi inaugurado o Pavilhão Julião Sarmento, em Lisboa. Localizado em Belém, o novo espaço reúne mais de 1200 obras do artista, incluindo trabalhos feitos nos anos 60, quando estudava na Faculdade de Belas-Artes. A coleção inclui pintura, vídeo, escultura e instalação, numa seleção que reflete a diversidade do seu percurso.
Além das obras de Sarmento, o acervo conta com peças de nomes como Miquel Barceló, Jorge Molder, Pedro Cabrita Reis, Rui Chafes e Bruce Nauman. O edifício, cuja reabilitação atrasou sete meses, tem assinatura do arquiteto João Luís Carrilho da Graça e é dirigido por Isabel Carlos.
“Mais do que um museu tradicional, o Pavilhão Julião Sarmento afirma-se como um centro de arte vivo, orientado para a experimentação, a produção e o cruzamento de conhecimentos artísticos. Concebido de um criador para outros criadores, o espaço apresenta-se como um lugar de proximidade entre artistas, públicos, investigadores e comunidades, com uma programação que vai muito além das exposições temporárias”, afirma a direção do espaço.
“Aqui, as artes plásticas encontram-se com o cinema, a literatura, a performance, a música ou a moda, refletindo o espírito transversal que caracterizou a vida e a obra de Sarmento”, acrescenta.
edifício tem três salas de exposições, distribuídas por três andares. A entrada será gratuita até 8 de junho. Depois dessa data, o bilhete passará a custar 4€.
