Museu Nacional do Azulejo lança em março concurso público para obras de fundo

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O concurso internacional para a primeira empreitada de obras no Museu Nacional do Azulejo (MNAz), em Lisboa, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), vai ser lançado na primeira quinzena de março, segundo fonte do Ministério da Cultura (MC).

As obras de fundo vão incidir, nesta primeira fase, na requalificação da fachada e das coberturas, e na fase seguinte na recuperação estrutural do museu cujo encerramento parcial temporário ainda está a ser avaliado, segundo as respostas da tutela a questões enviadas pela agência Lusa.

Necessárias há mais de quatro décadas, as obras de fundo deverão avançar no âmbito do PRR, segundo o MC, com “a primeira empreitada posta a concurso público na primeira quinzena de março de 2025”. “Seguir-se-á uma segunda empreitada que irá a concurso oportunamente no tempo sucessivo”, indicou fonte do gabinete da ministra da Cultura, Dalila Rodrigues.

Ainda segundo a tutela, “encontra-se em avaliação”, pela Museus e Monumentos de Portugal, em articulação com o Património Cultural-IP e a Associação de Turismo de Lisboa, “entidades envolvidas no processo de execução do investimento PRR relativo ao museu”, “o impacto das obras a levar a cabo, sendo de admitir que possa ser necessário o encerramento, porventura parcial, desse equipamento”.

Instalado no antigo Mosteiro da Madre de Deus, fundado em 1509 pela rainha D. Leonor, o MNAz, um dos mais importantes museus nacionais, pela sua coleção de azulejaria, foi o mais visitado na capital em 2023, com 276.209 visitantes, seguido pelo Museu Nacional dos Coches, com 226.634 entradas, segundo os dados estatísticos oficiais mais recentes.

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