
O Museu de Aristides de Sousa Mendes, criado na antiga casa do cônsul que salvou milhares de judeus durante a Segunda Guerra Mundial, abre portas a 19 de julho, dia em que o cônsul completaria 139 anos.
“O museu vai contar toda a história de Aristides de Sousa Mendes desde que começou como cônsul em Curitiba, Brasil, passando por Zanzibar, na Tanzânia, e Bordéus, em França, quando terminou com a sua carreira por ser perseguido por Salazar”, explicou Paulo Catalino, presidente do Município.
O conteúdo museológico resulta de um trabalho feito por uma equipa de investigação liderada pela professora Cláudia Ninhos, investigadora de história contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, e Avraham Milgram, que esteve ligado ao Museu do Holocausto, em Israel.
Fechada ao público há quase 50 anos, a Casa do Passal sofreu uma intervenção nas paredes exteriores e cobertura em 2014 e está, desde agosto de 2022, a ser requalificada, com 1,8 milhões de euros, para a sua musealização.
