
O edifício principal do Museu Bordalo Pinheiro, em Lisboa, encerrou esta terça-feira, devido a obras, e assim ficará até novembro, anunciou aquele espaço museológico dedicado à vida e obra do caricaturista e ceramista Rafael Bordalo Pinheiro.
Embora o edifício principal, onde está a exposição permanente, esteja encerrado, irão manter-se abertas a Galeria de Exposições Temporárias e a Sala da Paródia, onde estão patentes as exposições “Bordalo em trânsito“, patente até 26 de novembro, e “O rato não roeu“, que pode ser visitada até 10 de setembro.
Além disso, o museu mantém as visitas, oficinas e cursos “de acordo com a programação disponibilizada no site”.
A partir de esta terça-feira e até à obra estar concluída, o valor dos bilhetes para o Museu Bordalo Pinheiro “é reajustado para dois euros“.
O Museu Bordalo Pinheiro tem uma biblioteca e uma coleção em torno da obra artística de Rafael Bordalo Pinheiro e do filho, Manuel Gustavo, nas áreas de desenho, gravura, pintura, cerâmica, azulejaria, equipamentos e utensílios, fotografia e documentação.
A construção de Galeria de Exposições Temporárias, na zona posterior ao museu, aconteceu em 1992, aumentando a capacidade expositiva, mas obras de construção em terrenos contíguos, no final da década, viriam a impor obras de consolidação da estrutura e o encerramento do museu até 2005.
Na reabertura, foi definido um novo programa museológico, baseado na investigação entretanto realizada.
Em 2016, quando celebrou 100 anos, o museu passou para a tutela da Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, da Câmara de Lisboa, aumentou a programação e abriu a Sala da Paródia, para novas exposições temporárias.
