“Nos vários inventários nacionais, havia sítios que apareciam com diferentes designações ou localizações e o que fizemos foi rever essas mais de 4.500 entradas arqueológicas”, a partir das várias fontes documentais, e transpor os dados para o novo documento, acrescentou.je, em boa medida, pelas entidades municipais de ordenamento do território e pela ação direta de uma comunidade ativa e participativa, mas também desperta para o seu passado e identidade coletiva”, afirmou a autarquia.

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Neste contexto, continuou, a realização de uma Carta Arqueológica municipal é “muito mais do que a criação de mais um documento de ordenamento do território, constituindo igualmente um repositório da história local e da identidade coletiva”.

Fonte: Observador