
A Coleção de Arte Contemporânea do Estado (CACE) conta com mais de 70 novas obras, adquiridas este ano por 650 mil euros, estando previsto um aumento para 800 mil euros de novas aquisições em 2022, anunciou a tutela.
Este ano, foram compradas obras de artistas como Salomé Lamas, Francisco Vidal, Mónica de Miranda, Jorge Molder, André Cepeda, Bárbara Assis Pacheco, Carlos Noronha Feio, Diana Policarpo, Gabriela Albergaria, Joana Escoval, José Pedro Cortes, Kiluanji Kia Henda, Nikolai Nekh, Oficina Arara, Ricardo Jacinto, Sara Bichão e Tomás Cunha Ferreira.
No biénio, 2021/2022, a comissão de aquisição, coordenada por David Santos, conta ainda com Ana Anacleto, Carla Cruz, Fernando J. Ribeiro, Horácio Frutuoso, Mariana Pinto dos Santos e Pedro Portugal.
Depois de uma paralisação de duas décadas, o programa de aquisições do Estado foi retomado em 2019, e adquiridas 21 obras de arte nesse ano, com 300 mil euros.
A essas 21 obras, juntaram-se as 65 compradas no ano passado, por 500 mil euros, e as mais de 70 adquiridas este ano, o que faz com que o acervo da CACE passe a integrar quase 1.400 obras de arte.
A CECA inclui obras de artistas como Helena Almeida, Julião Sarmento, José de Guimarães, Abel Manta, Júlio Pomar, Ilda David, Andy Warhol, Noronha da Costa, Robert Mapplethorpe e Sebastião Salgado.
Está dispersa por vários organismos, como embaixadas, gabinetes oficiais, direções regionais de Cultura, mas a maioria está na Fundação de Serralves (553 obras), Câmara Municipal de Aveiro (159) e Centro Cultural de Belém (37), em Lisboa.
Fonte: Notícias ao Minuto
