
Em comunicado, a Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) anunciou que “foram concluídos mais cinco procedimentos concursais” relativos à direção de museus, monumentos e palácios nacionais e que “os dirigentes ora nomeados entram em funções a 1 de agosto próximo”.
A antiga diretora do Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, em Lisboa, Aida Rechena foi escolhida para a direção do Museu Nacional da Resistência e Liberdade, em Peniche.
O Museu Nacional do Azulejo, em Lisboa, passa a ser dirigido por Alexandre Manuel Nobre da Silva Pais, de 55 anos, “técnico superior da DGPC, com mais de 20 anos de experiência no Museu Nacional do Azulejo, licenciado em História, variante História da Arte (1989), mestre em História da Arte (1999) e doutor em Artes Decorativas (2012) pela Escola de Artes do Porto da Universidade Católica Portuguesa, com a tese ‘Fabricado no Reino Lusitano, O que antes nos vendeu tão caro a China. A produção de faiança em Lisboa, entre os reinados de Filipe II e D. João V.'”
O novo diretor do Museu Nacional dos Coches, em Lisboa, é Mário Nuno do Bento Antas, de 49 anos, “técnico superior do Museu Nacional de Arqueologia desde 2006, licenciado em História, mestre em História da Arte e doutor em Museologia (2014)”.
A dirigir o Museu Nacional de Etnologia/Museu de Arte Popular, em Lisboa, mantém-se Paulo Jorge Moreno Ferreira da Costa, de 52 anos, que exerceu aquele cargo em regime de substituição entre 2015 e 2017 e em regime de comissão de serviço entre 2017 e 2020.
Paulo Ferreira da Costa é “técnico superior da DGPC, licenciado e pós-graduado em Antropologia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, com frequência do Doutoramento em Antropologia em 2009-2011”, e “foi diretor de Serviços de Inventário do IPM (2002-2007) e diretor do Departamento de Património Imaterial do IMC (2007-2012) “.
O novo diretor do Museu Nacional do Teatro e da Dança, em Lisboa, é Nuno Miguel Almeida Costa Moura, de 48 anos, “licenciado em Gestão (1995,) pelo Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa, e mestre em Estudos de Teatro (2008), pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa”.
“Técnico superior da Direção-Geral da Artes desde 2001, exerceu o cargo de diretor da Direção de Serviços de Apoio às Artes (2015-2021) em regime de comissão de serviço”, refere a DGPC.
A realização de concursos para as direções de 18 equipamentos culturais da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) – pela primeira vez com dimensão internacional – enquadra-se no novo regime jurídico de autonomia de gestão, e tem estado a decorrer em três fases.
