
O Forte da Ínsua, em Caminha, vai reabrir em 2023 transformado em centro turístico com alojamento, num investimento de 6,5 milhões de euros, sendo que o operador tenciona ali realizar neste verão algumas atividades aventura.
Em declarações aos jornalistas, no decorrer da apresentação pública do projeto previsto para o imóvel, “abandonado há décadas”, o presidente da Câmara de Caminha, Miguel Alves, adiantou que o investimento privado “criará 15 postos de trabalho permanentes e mais 15 postos de trabalho sazonais” naquele concelho do distrito de Viana do Castelo.
A intervenção no Forte da Ínsua foi adjudicada à DiverLanhoso, empresa também responsável por um parque aventura na Póvoa de Lanhoso, no distrito de Braga.
A DiverLanhoso venceu o concurso público para a concessão do Forte da Ínsua lançado em julho de 2019 pelo programa governamental Revive e ao qual concorreram quatro empresas, três portuguesas e uma francesa.
