Abertura do Museu de Arte Contemporânea Armando Martins em Lisboa adiada para 2022

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A abertura do Museu de Arte Contemporânea Armando Martins (MACAM), em Lisboa, com um acervo de mais de 400 obras de artistas portugueses e estrangeiros, foi adiada para o primeiro quadrimestre de 2022, confirmou esta quarta-feira fonte ligada ao projecto.

Contactada pela agência Lusa, a curadora Adelaide Ginga, convidada pelo coleccionador Armando Martins para a direcção artística do MACAM, justificou que o atraso da abertura do novo museu, prevista para o segundo semestre deste ano, deve-se “aos contratempos” provocados pela pandemia covid-19.

“O projecto está em curso, mas deu-se um atraso por causa dos atrasos que a pandemia trouxe. Impactou tudo, as equipas, os fornecedores”, justificou a curadora, acrescentando que o planeamento teve de ser alterado, porque “as respostas são menos céleres” neste contexto pandémico. De acordo com Adelaide Ginga, “ficou decidido” que a abertura do MACAM, dedicado à arte contemporânea, “acontecerá no primeiro quadrimestre de 2022, provavelmente no final de Março ou início de Abril” do próximo ano.

Em Outubro do ano passado, o coleccionador Armando Martins anunciou a abertura do museu para este ano num palácio do século XVIII, em Lisboa, integrado num projecto com um hotel de cinco estrelas, com exibição de outras obras da colecção do empresário. Na altura, a curadora, que saiu do Museu Nacional de Arte Contemporânea (MNAC) com uma licença para doutoramento, confirmou que tinha sido convidada pelo coleccionador, tendo aceitado o cargo de directora do MACAM.

De acordo com Adelaide Ginga, o projecto do coleccionador e empresário do Grupo Fibeira, com actividade na promoção imobiliária, hotelaria e serviços, “continua em curso” para ocupar o Palácio dos Condes da Ribeira Grande, na Rua da Junqueira, em Lisboa, que se encontra ainda “em obras de adaptação”.

Fonte: Público

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