Alto Minho cria rotas culturais a partir de dez “estações ou portas” para “viajar no tempo”

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A Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho investiu cerca de dois milhões de euros, cofinanciado pelo Norte 2020, na criação de 10 rotas culturais pelo património dos concelhos do distrito de Viana do Castelo.

Em causa está o projeto “Alto Minho 4D – Viagem no Tempo”, hoje apresentado publicamente, e que se constituiu como “uma proposta de exploração das rotas a partir das designadas Estações ou Porta do Tempo em cada um dos 10 concelhos do Alto Minho”.

A iniciativa incluiu ainda 10 documentários produzidos pela Associação AO NORTE, que vão ser exibidos nos próximos dias 03, 05 e 07 de maio, às 21:00, no teatro municipal Sá de Miranda, em Viana do Castelo.

As dez rotas culturais, disponíveis para visitação a partir do mês de maio, sendo que “cada uma está associada a diferentes períodos da história, desde a pré-história até à atualidade, nas quais se incluem alguns dos mais notáveis bens patrimoniais da região”.

São exemplos as rotas da Arte Rupestre e do Megalitismo, dos Castros, do Romano, a do Românico ao Gótico, dos Mosteiros, dos Descobrimentos, dos Castelos e Fortalezas, do Barroco, da Arquitetura Tradicional e a do Moderno ao Contemporâneo.

Como ponto de partida para a visitação de uma rota, foi criado “um espaço físico em cada concelho do Alto Minho, com a designação de Estação ou Porta do Tempo, que se constitui como um centro de recursos partilhados sobre uma determinada rota”.

Essa Estação ou Porta do Tempo “apresenta um conjunto de atrações e experiências interativas que dão o mote para uma viagem que pode ser feita de duas formas por temática, percorrendo-se o seu itinerário pelos concelhos que a compõem, ou por concelho, descobrindo as diferentes rotas que o incluem”.

Fonte: O Minho

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