
A exposição “Dissonâncias”, montada no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado (MNAC), em Lisboa, ainda não abriu portas. Constituída por 87 obras de 48 artistas, em pintura, desenho, escultura, fotografia e instalação, que ocupa mais de metade das salas do museu, sucessivos adiamentos forçados pela pandemia e problemas técnicos na montagem justificam a situação.
Por outro lado, e segundo informações divulgadas pelo jornal Público, mesmo que os problemas não sejam resolvidos, não poderá ser visitada, porque há obras que têm de ser retiradas para salvaguarda da sua integridade, segundo o jornal.
Contactada pela agência Lusa, a presidente do Conselho Internacional dos Museus-Portugal (ICOM na sigla em inglês), Maria de Jesus Monge, considerou a situação em causa “muito grave, sobretudo numa altura de pandemia, em que as equipas dos museus estão a fazer um grande esforço para manter estes espaços abertos e a funcionar”.
Fonte: Notícias ao Minuto
