
O Museu Internacional de Escultura Contemporânea conta com uma nova obra, produzida por Robert Schad. A escultura, denominada “Tirsa”, homenageia o nome da cidade de Santo Tirso e está colocada junto à Fábrica de Santo Thyrso.
“Quando me desafiaram a instalar uma peça em Santo Tirso, considerei que deveria estar relacionada com a cidade e por isso o nome “Tirsa”, explicou Robert Schad, o autor da mais recente peça que faz parte do Museu Internacional de Escultura Contemporânea (MIEC). A escultura, feita em metal, tem 4,5 metros de altura e 1,2 metros de largura, alude para a vocação têxtil da cidade e da antiga Fábrica de Fiação e Tecidos, próxima do local onde foi instalada e através da qual se liga através do “diálogo” com a chaminé.
Robert Schad, que já tinha estado ligado ao MIEC através da exposição “Entre o Tempo”, surge agora no leque de artistas com peças que integram o acervo do museu, do qual se destacam nomes como Pedro Cabrita Reis, Fernanda Fragateiro, Júlio Le Parc, Fernando Casás, Carlos Criz Diez e Alberto Carneiro, artista de S. Mamede do Coronado (Trofa) e mentor do MIEC. Galardoado com vários prémios internacionais, Robert Schad conta com um vasto leque de obras em espaços públicos, sendo que a “Cruz Alta”, no Santuário de Fátima, é uma das mais conhecidas.
Das 57 esculturas espalhadas por seis polos da cidade tirsense há ainda uma assinada pelo artista belga Paul Van Hoeydonck, que tem uma obra sua na Lua.
Fonte: Jornal do Ave
