
O Arquivo Nacional Sonoro, cujo plano estratégico para a sua instalação foi anunciado há seis meses pela ministra da Cultura, Graça Fonseca, já conclui a sua primeira fase, dedicada a definir boas práticas e padrões estabelecidos internacionalmente no campo da arquivística de som. Decorre, agora, a segunda etapa do plano.
A equipa instaladora do Arquivo Nacional vai começar a contactar mais de cinco mil entidades nacionais, públicas e privadas, que sejam potenciais detentoras de documento sonoros para recolha de informação através de entrevistas e inquéritos. O objectivo é fazer o levantamento de todos os documentos sonoros que possam ter valor histórico, científico ou cultural.
A equipa já digitalizou 50 sons que corriam o risco de desaparecer, como é o caso de uma gravação feita em 1939 pelos Serviços Técnicos da Emissora Nacional, em Lisboa.
Se quiser contribuir para o Arquivo Nacional do Som, a equipa instaladora do projeto está a aceitar o envio de documentos que possam integrar o património sonoro nacional, o que poder ser feito através do site do projeto.
