
O edifício que alberga a Coleção de Arte Moderna do Museu Calouste Gulbenkian, em Lisboa, encerra em agosto, previsivelmente durante um ano e meio a dois anos, mas as obras continuarão a ser mostradas em Portugal e no estrangeiro.
De acordo com a diretora do Museu Calouste Gulbenkian, Penelope Curtis, em declarações à Lusa, o edifício conhecido como Centro de Arte Moderna encerra em agosto, no âmbito do projeto de ampliação do jardim da Fundação Calouste Gulbenkian por causa das obras do novo Parque Urbano da Praça de Espanha, mas a Coleção Moderna do museu vai “continuar a ser utilizada”.
“Não só aqui [no Museu Calouste Gulbenkian] — vamos pôr peças na coleção do fundador [em exposição noutro edifício do museu] — e vamos continuar, como dantes, a fazer empréstimos. [Haverá] obras por todo o lado, em Portugal e no estrangeiro também”, referiu a diretora do Museu, Penelope Curtis, à Lusa, à margem de uma visita de imprensa a um novo percurso expositivo da Coleção de Arte Moderna.
De acordo com a diretora, o museu já tem “quase 500 empréstimos [acordados] no ano que vem” e estão já programadas “várias exposições” fora de portas, em cidades como Lisboa, na Culturgest e no Museu Nacional de Arte Contemporânea — Museu do Chiado, Coimbra, Chicago (Estados Unidos), Nice (França), Bruxelas (Bélgica) e Valência (Espanha).
Fonte: Notícias ao Minuto