A partir de agora, as gravuras do Côa podem ser visitadas através do rio, a bordo de uma canoa. Numa primeira fase, estão abrangidos sítios emblemáticos das Arte do Côa como a Canada do Inferno e a Ribeira de Piscos. Cada viagem pode ter uma duração de meio hora, ao longo de percurso definido, onde a Arte do Côa é ponto de partida para a descoberta de uma região que também rica do ponto de vista ambiental.
A 10 de agosto de 1996 foi criado o Parque Arqueológico do Vale do Côa, consequência do reconhecimento do extraordinário e maior complexo de arte rupestre paleolítica ao ar livre conhecido até hoje.
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