Rodin em exposição, no Grand Palais

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Para assinalar o centenário da morte do pai da escultura moderna, o Museu Rodin e o Grand Palais associaram-se e propõem uma mostra que renova o olhar sobre a sua obra.

“Nesta exposição apresentamos cerca de 200 obras de Rodin provenientes do mundo inteiro. São apresentadas numerosas peças de gesso, o que é novo, e o confronto com obras de outros artistas renova o olhar sobre o trabalho do escultor.” É desta forma que as curadoras de Rodin – A Exposição do Centenário resumem ao DN, através de e-mail, a mais-valia desta mostra, que a partir de quarta-feira assinala o centenário da morte daquele que é considerado o pai da escultura moderna.

Lisboa é um dos locais de proveniência das obras de Rodin, que até 31 de julho podem ser vistas no Grand Palais. Com o empréstimo de As Bênçãos, um mármore anterior a 1894, a Fundação Calouste Gulbenkian junta-se à lista de mais de 20 instituições que emprestaram obras do artista francês, nascido a 12 de novembro de 1840, na Rue d”Arbalète, a cerca de 3,5 quilómetros do Hotel Biron, onde desde 1919 está instalado o Museu Rodin, local onde o artista, que doou os seus trabalhos e as suas coleções ao Estado francês, se instalou em 1908.

Fonte: DN

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