O Museu de Auschwitz-Birkenau pediu à população da Áustria e da Alemanha o envio de documentos e fotografias que possam ter pertencido a membros do exército nazi com o objectivo de “compreender melhor a mentalidade dos algozes”.
Segundo Piotr Cywinski, director da instituição, “a história do campo de Auscwitz-Birkenau ainda está incompleta. Temos os depoimentos dos presos que dão o ponto de vista das vítimas. Dispomos de parte da documentação administrativa do campo e dos processos dos julgamentos dos criminosos de guerra”.
Em 27 de janeiro é comemorado o 72º aniversário da abertura do campo, onde foram exterminados, desde 1940 até a libertação pelo Exército Vermelho em 1945, 1,1 milhão de pessoas, das quais 90% eram judeus.
Fonte: BR Notícias

