Património rende 228 mil euros

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Nos primeiros seis meses deste ano, o Estado português garantiu quase 228 mil euros com o arrendamento dos monumentos, museus e palácios sob a tutela da Direção-Geral do Património Cultural (DGPC), um ligeiro crescimento (1,8%) de 4126 euros em relação ao período homólogo.

De acordo com dados a que o CM teve acesso, o Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, continuou a ser o espaço mais rentável e nos primeiros seis meses deste ano gerou receitas de quase 75 mil euros, ainda assim uma quebra de 38,7% (cerca de 47 mil euros). No segundo lugar deste ranking, está o Palácio Nacional da Ajuda, com mais de 59 mil euros (menos de 10,8%, 7165 euros), sendo seguido pelo novo Museu Nacional dos Coches, com quase 52 mil euros. Este espaço é o grande responsável pelo aumento geral das receitas, já que no primeiro semestre do ano passado (foi inaugurado a 23 de maio) não gerou receitas.

No total, no primeiro semestre deste ano, a DGPC arrendou os seus espaços por 65 vezes, sendo que o Museu da Música foi o mais requisitado, com 23 cedências. Ao Correio da Manhã, a DGPC explicou que estes espaços culturais “são procurados para eventos de empresas, como atribuições de prémios, jantares e desfiles de moda, e em alguns de música”. A cedência destes espaços está regulada em Diário da República.

Fonte: CM

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