O Museu do Côa, em Vila Nova de Foz Côa, mostra até outubro outra arte rupestre, numa exposição “única” em toda a Europa sobre um centro de pesca à baleia da Coreia do Sul datado do Neolítico.
O Sítio Arqueológico de Bangudae, junto à cidade sul-coreana de Ulsan, é composto por gravuras de um período entre 6.000 e 1.000 antes de Cristo (aC), tendo sido descoberta a primeira rocha com gravuras do Neolítico, na década de 70 do século passado.
Em declarações à agência Lusa, o diretor do Parque Arqueológico do Vale do Côa, António Batista, disse que a exposição reflete um tipo de arte rupestre diferente da existente no vale do Côa.
A exposição representa a segunda parte de um intercâmbio entre a Fundação Côa Parque e a entidade congénere asiática. Na primeira, em 2015, o Museu do Côa apresentou no Museu do Petróglifo de Bangudae, na cidade coreana de Ulsan, uma exposição da arte rupestre do vale do Côa, visitada por mais de 35 mil pessoas.
Inscrito na Lista da Unesco como Património da Humanidade em 1998, o Vale do Côa é considerado pelos especialistas “o mais importante sítio com arte rupestre paleolítica de ar livre”.
Fonte: DN
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