Lionesa compra mosteiro de Leça do Balio

Mais Lidas

mosteiro_leca

O edifício do mosteiro, que era usado como salão de festas, vai ser transformado num centro interpretativo, onde será mostrada toda a história que remonta ao século X. A Lionesa adquiriu outro terreno junto às suas instalações para construir um parque de estacionamento com 500 lugares. Os projetos não deverão esbarrar na Câmara de Matosinhos, que foi consultada antes da concretização do negócio.

A compra dos dois imóveis já se concretizou há cerca de três meses, mas só há dias foi revelada numa mensagem enviada aos funcionários pelo centro empresarial pertencente à empresa As Fábricas Portuguesas, em que se dizia que “o terreno e o mosteiro de Leça do Balio passaram a ser lioneses”.

A mensagem criou algum alarido, dado que, na gíria local, o mosteiro de Leça do Balio sempre foi associado à igreja classificada como património nacional desde 1910. A Lionesa garante, contudo, que não comprou o templo, símbolo do estilo gótico. A aquisição abrange a quinta do Mosteiro e o seu terreno, que era propriedade da família Ramos Pinto e estava a ser usada como recinto de festas, nomeadamente de casamentos, sob a designação de mosteiro dos Paços de Balio. “Consideramos que não era uma finalidade digna para aquele espaço que tem uma história fantástica”, justifica Eduarda Pinto, diretora-geral do Centro Empresarial Lionesa, recordando que as origens do mosteiro de Leça do Balio remontam ao ano de 1003.

A Lionesa garante, assim, que não só pretende preservar o mosteiro como está a estudar toda a sua história para o transformar num centro interpretativo. Projeto que pretende lançar até ao final do ano. “Consideramos que era altura de avançarmos também com uma componente cultural na Lionesa, enaltecendo o património existente na zona”, refere Eduarda Pinto.

Fonte: JN

Artigo completo

Há minutos