Em 2013, a então diretora descrevia o Bardo como museu “universal, aberto a todas as civilizações que fizeram o nosso país”.
Em 2012, as obras de remodelação duplicaram a área de exposição do Museu do Bardo. A partir de então, as centenas de milhares de pessoas que todos os anos visitam um dos mais importantes estabelecimentos culturais da Tunísia passaram a contar com 23 mil m2 nos quais podem apreciar peças arqueológicas da pré-história aos períodos fenício, púnico, númida, romano, cristão e árabo-islâmico.
Famoso em todo o mundo pela sua coleção de mosaicos romanos, O Triunfo de Neptuno – com os seus 13 metros por 8 – e a Alcova de Virgílio – no qual se pode ver o poeta a escrever a Eneida rodeado de ninfas – são duas das obras-primas que ali podem ser apreciadas.
Situado num palácio otomano do século XVI, onde funciona desde finais do século XIX, depois das obras de renovação, as entradas no Museu do Bardo passaram a fazer-se pela zona moderna. Uma fachada branca de estilo despida que ontem as imagens do ataque sofrido naquele estabelecimento mostravam ao mundo. Esquecida ficou a majestosa porta do palácio, até então usada pelos visitantes.
Fonte: DN

