Foi dado hoje o primeiro passo para que o parque Eco-Monumental das Sete Fontes seja uma realidade. Com um investimento superior a 350 mil euros, o Município de Braga, levará a cabo intervenções de restauro e conservação do Complexo Hidráulico das Sete Fontes e de requalificação das ruínas Arqueológicas de São Martinho de Dume.
Após décadas de abandono, as mães de água das Sete Fontes irão beneficiar de intervenções de restauro, conservação e requalificação, graças à aprovação das candidaturas apresentadas recentemente a Fundos Comunitários e agora aprovadas pela Comissão Directiva do ON.2.
Como explicou Miguel Bandeira, responsável pelo Pelouro do Património da Câmara Municipal de Braga, este foi um processo que se “arrastou por demasiados anos, sendo que este é um passo importantíssimo para a realização do parque Eco-Monumental das Sete Fontes”.
“Temos ainda um longo caminho a percorrer, os terrenos estão distribuídos por vários proprietários e contamos com a sua colaboração para a realização desta obra de interesse público”, vincou Miguel Bandeira, apelando à “capacidade mecenática e de responsabilidade social” de elementos da sociedade, no sentido de “darem o seu contributo para atingirmos o objectivo de criar este parque para a Cidade”.
Referindo-se às ruínas de São Martinho de Dume, Miguel Bandeira lembrou que se trata da “descentralização de um núcleo museológico, que irá atrair muitos visitantes e será um ponto de referência para a valorização dos projectos educativos da região”.
Este é um passo que, para Ricardo Rio, presidente do Município de Braga, espelha da melhor forma a mudança no paradigma de gestão autárquica em Braga, lembrando que “em sete meses de exercício do actual mandato autárquico, já se fez mais pelas Sete Fontes, do que ao longo de muitos anos de inércia por parte do anterior Executivo Municipal”.
Fonte: Local.pt
