Edifícios históricos podem ser explorados para festas, jantares, eventos culturais e sociais ou até filmagens. Preços variam entre 50 euros e 40 mil.
A partir de 1 de julho, 23 monumentos históricos, entre os quais o Mosteiro dos Jerónimos e a Torre de Belém, podem ser arrendados para jantares, cocktails, eventos culturais, sociais e académicos, filmagens para televisão, cinema ou publicidade.
A aprovação do Regulamento de Utilização de Espaços nos Serviços Dependentes e nos imóveis afetos à Direção-Geral do Património Cultural foi ontem publicada em Diário da República e tem como objetivo a “rentabilização assente na qualidade e, sobretudo, na salvaguarda da sua especificidade e prestígio.” Os espaços mais caros encontram-se em Lisboa, com o Mosteiro dos Jerónimos no topo da lista. Os preços começam nos 3000 euros, mas podem ir até aos 40 000 para um jantar nos claustros.
Segue-se o Museu dos Coches, que cobra 10 000 euros por um jantar no salão nobre, e depois o Palácio da Ajuda, cujos preços variam entre 2500 e 7500 euros. A Torre de Belém pode custar entre 1500 e 7500 euros, e o Panteão Nacional entre 750 e 5000 euros.
O Mosteiro de Alcobaça pode ser arrendado por 500 a 7500 euros, dependendo do local e do propósito. Por outro lado, o valor no Mosteiro da Batalha pode oscilar entre 200 e 7500 euros, enquanto o Convento de Cristo, em Tomar, custa entre 100 e 7500 euros. Já para usufruir do Palácio de Mafra é preciso desembolsar entre 1500 e 6000 euros.

