As empresas Parvalorem e Parups, detentoras da coleção de arte Miró, foram notificadas para pagar as coimas pela saída ilegal das obras em 2013, revelou fonte da Direção-Geral do Património, valor que segundo as empresas ronda os 35.000 euros.
O valor indicado pela Parvalorem e pela Parups fica bastante abaixo do mínimo definido por lei para estes casos, que vai de 100 mil a 500 mil euros, segundo disse em março, no parlamento, o secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier.
De acordo com fonte das duas empresas, cada uma foi notificada a pagar uma coima de 17.457,92 euros.
Fonte: Diário Digital / Lusa


