“É interesse da região ter um inventário completo e rigoroso a todo o património cultural que seja digno de ser protegido, divulgado e qualificado, seja ele propriedade de privados, seja público ou da diocese”, frisou, em declaração aos jornalistas, o secretário regional da Educação, Ciência e Cultura, Luiz Fagundes Duarte.
Entre 2015 e 2017 será feito um inventário “igreja a igreja”, com o apoio técnico da Direção Regional da Cultura, e “depois será feita uma avaliação das peças para saber quais são aquelas que de facto merecem um tratamento especial”, explicou.
Fonte: Açoriano Oriental
