O Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkiam, em Lisboa, comemora 30 anos. Neste contexto, apresenta a exposição “Sob o Signo de Amadeo. Um Século de Arte”, com quase todas as obras de Amadeo Souza-Cardoso da coleção do CAM – 170 peças – ficando de fora apenas alguns pequenos desenhos.
sta será, no entanto, uma parte das 350 obras, a apresentar ao longo dos próximos seis meses, das 10 mil que integram toda a coleção do CAM e que, numa iniciativa inédita, vão ocupar todos os espaços do centro, incluindo as casas de banho, onde será feita uma instalação sonora.
Vão ser expostas obras do modernismo português, a par das obras mais representativas da arte do século XX, a maior parte habitualmente guardada nas reservas, segundo esta entidade da Fundação A mostra terá como temas a ação do corpo, performance e palco, com duas abordagens distintas destas temáticas, uma moderna e outra contemporânea.
A Sala de Exposições Temporárias vai acolher obras modernas, anteriores a 1968, e a Nave Central do CAM mostrará obras contemporâneas, dos anos 1970 até à atualidade.
No átrio de entrada ficará um núcleo da coleção composto por obras de arte britânicas (final dos anos 1970), para estabelecer um diálogo entre a pop britânica e a portuguesa, e os vídeos da coleção, desde aquela década até à atualidade, serão exibidos na Sala Polivalente.
Também na Biblioteca de Arte vão ser revisitados os 30 anos do CAM através da exposição de catálogos e cartazes mais representativos da sua atividade.
Fonte: SIC Notícias

