Governo quer rever acordo do Museu Berardo porque há “cláusulas excessivas”

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O Secretário de Estado da Cultura, numa audição na Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura, na Assembleia da República, onde foi interpelado pelos deputados sobre várias questões, sobretudo relacionadas com os apoios às artes e sobre o património, fez algumas considerações sobre o Museu Coleção Berardo. Segundo Barreto Xavier, a intenção é “rever cláusulas excessivas que penalizam o Estado”.
No entanto, escusou-se a precisar quais as “cláusulas excessivas” do acordo que o Governo pretende rever, alegando que é necessária reserva durante a negociação.
No âmbito do acordo com o Estado, o Museu Berardo ficou instalado no espaço de exposições do Centro Cultural de Belém, e ficou estipulado que seriam anualmente disponibilizados 500 mil euros de cada parceiro, anualmente, para aquisição de novas obras, cláusula que deixou de ter efetivada nos últimos anos.
O Museu Berardo de Arte Moderna e Contemporânea abriu a 25 de junho de 2007 com uma exposição permanente de 450 obras organizadas em núcleos, e tem vindo a apresentar uma programação de exposições permanentes e temporárias com entrada gratuita, sendo um dos museus mais visitados do país.

Fonte: RTP

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