Museu Berardo

Mais Lidas

 

 

ENVOLVER

Envolver escolas, famílias e adultos nas atividades educativas é uma prioridade do Museu Coleção Berardo. Desvendar pensamentos e ideias das obras de arte, refletir e partilhar aprendizagens são os objetivos desta programação.

 

Escolas

Primeira Infância
2-3 anos
Visita-jogo (VJ) / Duração média: 45 minutos

 

Era uma vez… No país encantado do Museu Berardo (VJ)
A história é contada a partir de um tapete livro. As crianças podem manusear formas que são pistas para descobrir obras de arte.
Conceção: Ana Dias e Rita Garcia

 

Escultura para pequeninos (VJ)
As formas fazem lembrar coisas que nos levam a imaginar histórias que nos fazem lembrar outras histórias, outras formas para construir mais histórias. E assim se passa uma manhã, a inventar histórias a partir de formas e formas a partir de histórias.
Conceção: Mariana Ramos

 

Museu às cores (VJ)
Conceção: Cristina Gameiro

 

As formas no museu (VJ)
Conceção: Cristina Gameiro

 

Pré-escolar
4-6 anos
Visita-jogo (VJ) / Duração média: 1 hora
Visita-jogo-oficina (VJO) / Duração média: 1 hora e 30 minutos

 

Por dentro da obra de arte (VJ)
Será que te podes encaixar numa exposição, ou numa obra de arte? Nesta visita, poderás descobrir cores, formas, texturas e materiais a partir de algumas pistas e desvendar alguns dos segredos das fantásticas obras do museu.
Conceção: Maria do Carmo Rolo e Cristina Gameiro

 

Puzzle com vida (VJ)
Gostas de desafios? E de puzzles? Vem conhecer as obras de arte do museu! Poderás desvendar alguns dos seus mistérios e aprender coisas novas e divertidas sobre a arte e sobre os artistas.
Conceção: Maria do Carmo Rolo e Cristina Gameiro

 

Se a cabeça não tem juízo… (VJ / VJO)
A cabeça é o nosso cofre-forte dos pensamentos, mas não é só na cabeça que temos ideias e não é só com a cabeça que nos relacionamos com o mundo e com o conhecimento. O corpo pensa como um todo. Vamos deixar o corpo falar e expressar o que nos entra pelos sentidos e às vezes não conseguimos expressar por palavras.
Conceção: Marília Pascoal e Susana Alves

 

Obras de arte em movimento (VJ / VJO)
Os animais, pessoas e o vento estão sempre em movimento! E as obras de arte será que também se movimentam? E sempre da mesma maneira? Vem descobrir, imaginar e criar diferentes movimentos em torno da nossa coleção e uma surpreendente coreografia terás!
Conceção: Rita Teles Garcia e Renato Santos

 

Descobre as diferenças (VJ / VJO)
Para descobrirmos diferenças não podemos olhar só para uma coisa, temos que comparar várias e pensar em cada uma delas. No museu vivem muitas obras de arte será que elas se conhecem, falam umas com as outras? Vamos jogar e descobrir o que é diferente e igual em cada uma das obras de arte da Coleção Berardo.
Conceção: Afonso Gil

 

Qual é a obra de arte, qual é ela… (VJ / VJO)
Uma obra de arte está escondida,
Têm uma charada para a descobrir,
Vai ser uma tarefa divertida,
Será que vão conseguir?
Conceção: Afonso Gil

 

Pequenos detetives da Coleção Berardo (VJ / VJO)
Certo dia, uma obra de arte perdeu-se no Museu Berardo. Temos que a encontrar! Nesta aventura precisamos de ter todos os sentidos em alerta e usar a cabeça para ultrapassar os desafios que nos levam à misteriosa obra desaparecida. Estás pronto para ser um verdadeiro detetive?
Conceção: Renato Santos e Cristina Gameiro

 

Trim, Trim… Está lá? (VJ)
Uma conversa telefónica imaginária entre dois artistas da Coleção Berardo. Com quem e sobre o quê conversam Picasso, Dalí, Miró, Mondrian, Duchamp e Warhol? Em cada sessão, descobrem-se duas obras de arte, dois artistas, duas formas de estar e de pensar! O telefone está a tocar! Trim, trim… Está lá?
Conceção: Ana Dias e Patrícia Trindade

 

A minha primeira vez num museu de arte contemporânea (VJ)
A primeira visita ao museu transforma-se num momento mágico que, com o passar do tempo, permanece na nossa memória. Numa viagem pelas exposições procuramos pistas que nos ajudem a descobrir os segredos das obras de arte.
Conceção: Cristina Gameiro

 

Pé ante pé vamos ver o que isto é! (VJ)
Descobrir o museu como um palácio desconhecido e silencioso onde cada sala guarda uma surpresa diferente. Objetos estranhos surpreendem-nos e fazem-nos olhar com cuidado para descobrir o que serão e quem os fez. Teremos que ir devagarinho e com atenção para não deixar cair pistas e histórias para o meio do chão.
Conceção: Sara Franqueira

 

ABC do Museu Berardo (VJ / VJO)
Vem aprender o abecedário do Museu Berardo, onde cada letra corresponde a um desafio e cada obra de arte é uma surpresa! Através de letras, conhecemos obras, através de obras, encontramos palavras. Num jogo de palavras e imagens vamos revelar o mundo da arte!
Conceção: Ana Dias e Rita Teles Garcia

 

Baú dos sons (VJ / VJO)
Quando libertamos os sons guardados no baú, eles espalham-se pelas exposições do Museu Berardo. Estes sons fazem-nos rir, dançar, pensar e desenhar… Queres experimentar?
Conceção: Ana Dias

 

Caça ao tesouro (VJ / VJO)
Que tesouro se esconde nas exposições do Museu Berardo? Seguimos o mapa que nos dá as pistas para descobrir o tesouro. Uma aventura cheia de formas e cores!
Conceção: Ana Dias

 

1.º Ciclo
Visita-jogo / Duração média: 1 hora e 30 minutos
Visita-jogo-oficina / Duração média: 1 hora e 30 minutos

 

Exploradores de exposições (VJ / VJO)
Existe um mundo novo a ser descoberto! Este mundo é habitado por seres de variadas cores e formas. Precisamos apenas da nossa atenção e da nossa imaginação! Vamos explorar o museu e encontrar obras de arte que se transformam em personagens com boa onda!
Conceção: Hugo Barata

 

Escrita com formas (VJ / VJO)
O alfabeto, o alfabeto não está completo! Mas faltam letras? Não exatamente. Com o mundo em permanente transformação necessitamos de novas letras, de novas formas de comunicar as nossas emoções e as nossas ideias. Vem então criar novos alfabetos e formas de expressão!
Conceção: Hugo Barata

 

Mensagem secreta (VJ / VJO)
Será que as obras de arte podem esconder mensagens ou símbolos secretos? Como é que uma obra de arte pode falar de matemática, da linguagem, de geografia ou de ciência? Esta atividade pretende investigar de que forma estas áreas do conhecimento podem estar presentes nas obras dos artistas da Coleção Berardo.
Conceção: Hugo Barata

 

Gabinete de investigações (VJ / VJO)
Os artistas de um movimento, ainda hoje, muito reconhecido – o surrealismo – criaram um gabinete de investigações de modo a experimentarem as suas ideias. Este é o passaporte para uma viagem onde tu vais investigar um dos muitos movimentos artísticos representados no Museu Berardo.
Conceção: Renato Santos

 

Descobre as diferenças (VJ / VJO)
Para descobrirmos diferenças não podemos olhar só para uma coisa, temos que compará-las e pensar em cada uma delas. No museu vivem muitas obras de arte, será que elas se conhecem, falam umas com as outras? Vamos jogar e descobrir o que é diferente e igual em cada uma das obras de arte da Colecção Berardo.
Conceção: Afonso Gil

 

As famílias das obras de arte (VJ / VJO)
Os animais, as plantas e as pessoas criam famílias! E as obras de arte também? Através de jogos vem conhecer famílias que aqui existem! Será que há irmãos? E primos? Participa na criação de uma autêntica família de obras!
Conceção: Rita Teles Garcia e Renato Santos

 

Serão as ideias tesouros? (VJ / VJO)
Para termos uma ideia o que é preciso? Só muita imaginação ou é necessário algo mais? E o que dá valor a um objeto? É o material? É o trabalho necessário para o fazer? Ou será a ideia e a sua originalidade? Vamos descobrir o que faz uma obra de arte e como as ideias podem ser verdadeiros tesouros.
Conceção: Mariana Ramos e Renato Santos

 

Detetives do Museu Berardo (VJ / VJO)
Uma obra de arte temos de descobrir! Com uma lupa e um olhar atento com várias pistas te vais deparar e com uma cabeça curiosa vários enigmas vais resolver. Estás preparado para vencer todos estes desafios e no final encontrar a obra de arte perdida?
Conceção: Renato Santos e Cristina Gameiro

 

Espreitar para dentro de uma obra de arte (VJ)
A obra de arte é aqui um princípio de conversa porque nela se cruzam uma série de possibilidades conhecidas, sonhadas, possíveis e imaginárias. É uma janela mágica cheia de pensamentos que referem outros pensamentos e outras mentes. Com a ajuda de imagens do quotidiano vamos ser capazes de guardar, misturar e fazer nascer novas ideias, desvendando o seu interior e a riqueza de cada uma.
Conceção: Sara Franqueira

 

Não há belo sem senão (VJ)
O que é a arte? Tudo pode ser arte? O que é uma obra de arte? Estas questões dão o mote a esta visita ao Museu Berardo, que tem como objetivo conhecer melhor os artistas, as suas experiências e as suas ideias.
Conceção: Hugo Barata e Patrícia Trindade

 

A Coleção Berardo ao vivo e a cores (VJ/VJO)
O que faz um artista? Para que serve um museu? Nesta visita descobrimos, através de quatro exercícios, o que se esconde nas obras dos artistas modernos e contemporâneos do museu!
Conceção: Patrícia Trindade e Hugo Barata

 

A minha primeira vez num Museu de Arte Contemporânea (VJ)
A primeira visita ao museu transforma-se num momento mágico que, com o passar do tempo, permanece na nossa memória. Numa viagem pelas exposições procuramos pistas que nos ajudam a descobrir os segredos das obras de arte.
Conceção: Cristina Gameiro

 

Quebra-cabeças (VJ)
Será que a arte é difícil de apreender? Pensa nela como um jogo, um quebra-cabeças que precisa de soluções. A partir do uso do cubo mágico vamos alinhar as suas faces e construir histórias com as obras de arte, como se fosse um puzzle. Todas as peças têm um lugar certo, a sua importância e o seu significado, aliados a um contexto onde cada face do cubo desvenda um segredo do artista.
Conceção: Susana Anágua

 

A arte da vizinha é melhor do que a minha (VJ / VJO)
Mas afinal o que é uma obra de arte? Para que serve e porque foi feita? Será que também podemos ser artistas? Nesta visita questionamos a própria arte com o fim de encontrar respostas ou caminhos de reflexão.
Conceção: Marília Pascoal e Susana Alves

 

Atividades em parceria com a Nintendo
Museu de histórias inventadas (VJO)
Passeando pela coleção encontraremos personagens, objetos e figuras que vamos fotografar, desenhar e pintar com a Nintendo e o Art Academy. Esses desenhos são o ponto de partida para uma história construída em conjunto na nossa oficina.
Conceção: Afonso Gil

 

Desenho ilimitado (VJO)
Com a Nintendo e o Art Academy vamos criar uma obra de arte para o aniversariante! Todos contribuem: cada um fará uma parte de um desenho sem fim, que se monta e desmonta, altera e recria para mais tarde recordar!
Conceção: Afonso Gil

 

Recomposições com o nosso corpo (VJO)
O nosso corpo é regra e medida para tudo o que nos rodeia e para a imaginação! Muitos artistas pensaram e trabalharam este tema. Na exposição da Coleção Berardo existe um núcleo denominado “Corpo Revolucionado”. Porquê? Vamos descobrir formas diferentes de compor imagens e de interagir com a exposição através da fotografia e pintura com a Nintendo e o Art Academy.
Conceção: Afonso Gil

 

Animais, submarinos, cestos, casas e mais algumas coisas… (VJO)
Animais, submarinos, bombas, casas, animais, pessoas, cestos, terra…. São elementos soltos que se transformaram numa obra de arte. Que histórias contam? De onde podemos olhar para esta peça da Coleção Berardo? O que iremos criar com fotografias desenhos e pinturas? Convidamo-vos a conhecer melhor este trabalho do artista português Rigo e a produzir uma obra de arte em conjunto, aqui, na oficina do museu.
Conceção: Afonso Gil

 

FOTODESENHOS (VJO)
O museu é um espaço com infindáveis fontes de inspiração para desenhar e criar novas ideias. Com o Art Academy vamos explorar uma nova forma de olhar e pensar sobre as obras de arte: os FOTODESENHOS. Vamos dar forma às nossas reflexões utilizando a fotografia, desenho e pintura numa só obra de arte.
Conceção: Afonso Gil

 

Ver-conhecer-transformar (VJO)
Vamos descobrir com o Art Academy novas maneiras de analisar as obras de arte. Vamos procurar, registar e explorar virtualmente na exposição aquilo que mais nos cativa e intriga. Vamos à oficina explorar plasticamente o que registámos na exposição, compondo materialmente as nossas ideias.
Conceção: Afonso Gil

 

Olhar e recriar o espaço (VJO)
Passeando pelo museu, vamos olhar novamente para os espaços que o compõem e com o auxílio do Art Academy vamos registar, com fotografia e desenho, as suas características. Na oficina recriaremos estes espaços através de construções tridimensionais e a sua caraterização, criando livremente novos espaços.
Conceção: Afonso Gil

 

2.º e 3.º ciclo
Visita-jogo / Duração média: 1 hora e 30 minutos
Visita-jogo-oficina / Duração média: 2 horas e 30 minutos

 

O Monopólio da Coleção Berardo (VJ)
O jogo começa com 4 equipas à volta de um tabuleiro onde as ruas têm nomes de “artistas” e as cores são diferentes tipos de “linguagens”. Há desafios e perguntas para solucionar para o monopólio poder alcançar! Queres vir jogar?
Conceção: Ana Dias e Marília Pascoal

 

Construindo o museu (VJ / VJO)
Propomos nesta atividade um olhar para o edifício e funcionamento do Museu Berardo. Porque é que nem todas as obras estão colocadas nas paredes? Reparaste em alguma obra de arte isolada? O jardim ou as escadas também podem ser espaço expositivo? E porque é que não há obras a escorregarem do céu? Vem criar o teu museu imaginário e construir espaços nunca antes explorados.
Conceção: Fabrícia Valente e Maribel Sobreira

 

Um caso de estudo (VJ / VJO)
Eureca! Um museu também pode ser um local de estudo. Será que os artistas também estudam para fazer as suas obras? Como é que desenvolvem as suas ideias? Vamos analisar algumas obras e descobrir como os artistas pensam e encontram os seus assuntos favoritos! Vamos estudar?
Conceção: Hugo Barata

 

Mensagem secreta (VJ / VJO)
Será que as obras de arte podem esconder mensagens ou símbolos secretos? Como é que uma obra de arte pode falar de matemática, da linguagem, de geografia ou de ciência? Esta atividade pretende investigar de que forma estas áreas do conhecimento podem estar presente nas obras dos artistas da Coleção Berardo.
Conceção: Hugo Barata

 

Caderno de esboços (VJ / VJO)
As novas tecnologias são uma ferramenta fundamental na prática artística contemporânea. De que forma é que os artistas incluem os meios digitais no seu trabalho diário? Como poderemos projetar uma pintura ou uma escultura utilizando novos media? Como explorar a interligação destas duas linguagens?
Conceção: Hugo Barata

 

Cor, forma, composição (VJ / VJO)
Cor, forma, composição, vem descobrir a coleção! Através da cor e forma revelamos a composição; através da composição… soltamos a imaginação!
Conceção: Patrícia Trindade e Rita Teles Garcia

 

Dicionário surrealista
A de acaso, B de Breton, C de Cadavre Exquis, D de desenho automático… Vamos conhecer e pôr em prática a linguagem e técnicas dos artistas do grupo surrealista?
Conceção: Patrícia Trindade

 

Os contemporâneos
Cubismo, dadaísmo, construtivismo, surrealismo e De Stijl. Vamos conhecer o onde, o quando e o como destes “ismos” que marcaram as primeiras décadas do século XX.
Conceção: Patrícia Trindade

 

Figuração versus abstração (VJ / VJO)
Abstração ou figuração, eis a questão! Brincando vamos aprender a distinguir e compreender a arte abstrata e figurativa, através das pinturas e esculturas da coleção!
Conceção: Patrícia Trindade e Rita Teles Garcia

 

Espaços de reflexão (VJ / VJO)
esta visita vamos vivenciar o museu como um espaço de reflexão, onde cada obra necessita de um tempo, de muitos olhares, questões e possibilidades. Questionar aquilo que se vê é o ponto de partida para grandes descobertas!
Conceção: Marília Pascoal e Susana Alves

 

A tridimensionalidade da pintura (VJ)
Esta visita leva-nos numa viagem através da pintura presente na Coleção Berardo; a perspetiva e a sua recusa; compreensão das práticas da pintura na arte moderna, na relação entre a bidimensionalidade e tridimensionalidade.
Conceção: Orlando Franco

 

A primeira vez num museu de arte contemporânea (VT)
A primeira visita a um museu de arte contemporânea é um momento fascinante que, com o passar do tempo, permanece na nossa memória. Num percurso pelas exposições patentes no Museu Berardo partimos das obras de arte para explorar conceitos, temáticas e técnicas que surgiram nos últimos cem anos, de forma a construirmos um novo conhecimento do mundo que nos rodeia.
Conceção: Cristina Gameiro

 

Olhar para ver (VJ / VJO)
Olhar com os olhos e ver com os cinco sentidos. Que elementos do quotidiano e do nosso imaginário identificamos nas obras? Quais as suas mensagens? O que está para além das cores, das formas e das texturas? Escolhemos uma obra, desconstruímo-la para construirmos a nossa leitura e no final debatemos as interpretações…
Conceção: Fabrícia Valente e Maribel Sobreira

 

Não há belo sem senão (VJ)
O que é a arte? Tudo pode ser arte? O que é uma obra de arte? Estas questões dão o mote a esta visita ao Museu Berardo, que tem como objetivo conhecer melhor os artistas, as suas suas experiências e as suas ideias.
Conceção: Hugo Barata e Patrícia Trindade

 

Mapa criativo (VJ / VJO)
Vamos fazer um mapa de relações, com percursos, desvios, cruzamentos, estradas que nos levam até onde? Associamos imagens e palavras, desenhando o nosso trajeto pelo espaço do Museu Berardo, com o objetivo de o conhecer melhor.
Conceção: Hugo Barata e Patrícia Trindade

 

A arte de questionar a arte (VJ / VJO)
Mas afinal o que é uma obra de arte? Para que serve e porque foi feita? Será que também podemos ser artistas? Nesta visita questionamos a própria arte com o fim de encontrar respostas ou caminhos de reflexão.
Conceção: Marília Pascoal e Susana Alves

 

1,2,3 diga lá outra vez  (VJ)
Poderão coisas, palavras e enigmas levar-nos à definição de uma obra? Só se soubermos para elas olhar e com elas brincar. Como jogos, as salas vão-se sucedendo com provocações a superar, pistas a selecionar e escolhas a complicar, até ao final do desafio chegar. O que será que se pode levar?
Conceção: Sara Franqueira

 

Obra aberta (VT)
Quantas palavras cabem numa imagem? Esta visita propõe, ao mesmo tempo, um jogo concetual e sensorial com as obras de arte e as suas estruturas de comunicação. Através de exercícios de interpretação somos estimulados a desenvolver diferentes relações com o museu, a arte e os artistas.
Conceção: Hugo Barata e Patrícia Trindade

 

Jogo duplo (VJ)
Neste jogo inspirado no concurso televisivo com o mesmo nome, testamos o conhecimento adquirido durante a visita, a capacidade de argumentação e descrição, a criatividade e capacidade de improviso do grupo. Uma forma divertida de aprender!
Conceção: Patrícia Trindade

 

O espelho do mundo (VJ / VJO)
Espelho, espelho meu! Qual a obra de arte mais bela deste museu? Será que todos gostamos da mesma obra? E porque é que gostamos? Aqui começa esta atividade, uma reflexão sobre os porquês das nossas escolhas.
Conceção: Marília Pascoal e Susana Alves

 

Emissor, recetor e mensagem: a obra de arte como forma de comunicação (VJ / VJO)
A geometria e a cor, os símbolos e as formas, sempre foram usados na obra de arte como forma de comunicar mensagens. O artista pode ser visto como o emissor de uma mensagem visual. Sabes o que significa um círculo amarelo na pintura? E o que nos pode fazer sentir? Vamos criar um sistema de comunicação, interpretar mensagens através dos enigmas das cores, formas e materiais da obra de arte.
Conceção: Susana Anágua

 

Secundário e Universitário
Visita / Duração média: 1 hora e 30 minutos
Visita-oficina / Duração média: 2 horas e 30 minutos
Visitas orientadas

 

Visitas gerais
A primeira vez num museu de arte contemporânea (VT)
A primeira visita a um museu de arte contemporânea é um momento fascinante que, com o passar do tempo, permanece na nossa memória. Num percurso pelas exposições patentes no Museu Berardo partimos das obras de arte para explorar conceitos, temáticas e técnicas que surgiram nos últimos cem anos, de forma a construirmos um novo conhecimento do mundo que nos rodeia.
Conceção: Cristina Gameiro

 

Um percurso pela Coleção Berardo – Parte I (1900-1960)
Um percurso pela Coleção Berardo – Parte II (1960-2010)

 

Visitas temáticas e visitas-jogo

A cada passo uma fotografia e um ecrã à minha volta (VJ/VJO/VT)
Somos uma sociedade das imagens. Já não conseguimos viver sem elas! Cada passo da nossa vida é uma imagem fotográfica ou um ecrã cheio de cor e movimento. Descobre como a imagem transformou o nosso olhar ao longo dos tempos e como a obra de arte incorporou vários dispositivos de projeção (hologramas; CD; invenções tecnológicas, entre outros). Uma viagem onde a tua máquina fotográfica ou telemóvel vai desempenhar um papel essencial!
Conceção: Renato Santos e Susana Anágua

 

Ilusão e natureza: de onde surge a geometria e a matemática na obra de arte (VJ/VJO/VT)
Quanto mais a pintura figurativa se aproximava da representação realista, mais ilusória se tornava. O ponto de fuga inventado pelo famoso Leon Battista Alberti tornou-se no truque mais essencial desta ilusão ótica.
O Homem analisa a Natureza, simplifica-se e desconstrói-a numa relação de códigos por vezes matemáticos. Nesta visita a viagem é pela relação da forma e do número, pela linguagem da semiótica onde questionamos a maneira como vivemos rodeados de símbolos e códigos que nos fazem receber o mundo de forma específica e de como os artistas usaram esses códigos para a obra de arte tanto na era moderna como contemporânea.
Conceção: Renato Santos e Susana Anágua

 

Exceções à regra (VJ/VJO/VT)
É a expressão que podemos usar para definir as obras de arte criadas no século XX. A regra como desafio/obstáculo/limite a ultrapassar! Um percurso pelas obras da coleção onde a regra foi alterada, invertida ou mesmo negada. Autênticos trabalhos de rutura no passado, obras de referência artística no presente!
Conceção: Renato Santos e Susana Anágua

 

Curto-circuito (VJ/VJO/VT)
A obra de arte contemporânea incorpora muitas vezes elementos destoantes! Detalhes e pormenores que destoam, perturbam e que por vezes criam autênticos curto-circuitos na interpretação da imagem. Obras que nos impelem a refletir sobre as intenções do artista mais do que contemplá-las!
Conceção: Renato Santos e Susana Anágua

 

A construção da identidade (VT)
Iremos explorar as noções de identidade pessoal e coletiva num confronto entre a nossa própria identidade (o observador) e a do artista, através da sua obra. Como é que o artista se vai conhecendo através do seu trabalho? De que forma nos ajuda a entender os nossos limites? Num mundo que se diz global, nunca a obra de arte apelou tanto ao indivíduo. Quantos Eus se desmultiplicam na relação espectador-obra-artista?
Conceção: Fabrícia Valente e Maribel Sobreira

 

A validação artística (VT)
Quando olhamos para uma obra uma pergunta se nos depara: quais foram os processos de legitimação por onde passou para que a possamos nomear de “arte”? Na arte contemporânea as sensações de inquietude e surpresa estão muitas vezes próximas das de perplexidade. Olhemos algumas obras a partir de textos dos teóricos, confrontando assim a perspetiva do artista e a do crítico.
Conceção: Fabrícia Valente e Maribel Sobreira

 

Um caso de estudo (VJ / VJO / VT)
Eureca! Um Museu também pode ser um local de estudo. Será que os artistas também estudam para fazer as suas obras? Como é que desenvolvem as suas ideias? Vamos analisar algumas obras e descobrir como os artistas pensam e encontram os seus assuntos favoritos! Vamos estudar?
Conceção: Hugo Barata

 

Nas palavras do artista (VT / VJO / VT)
E se fosse possível entrevistar os artistas que se encontram representados numa exposição? O que perguntaríamos? Nesta atividade utilizamos as palavras dos artistas acerca do seu próprio trabalho, juntando-lhes a nossa própria interpretação.
Conceção: Hugo Barata

 

Olhar o passado para pensar o futuro (VT)
O museu apresenta-se indubitavelmente como o lugar onde o presente e o passado se encontram e onde se procura perspetivar a criação artística futura. No entanto, esta projeção de ideias e propostas não poderá ser construída sem uma espécie de visão em flashback.
Conceção: Hugo Barata

 

Artes e letras (VT)
O escritor Raymond Roussel influenciou o artista Marcel Duchamp que, por sua vez, influenciou o escritor Gonçalo M. Tavares. Entre as artes visuais e a literatura há muito mais do que um vaivém de influências, há uma rede de ligações que se descobre num imaginário que se toca direta ou indiretamente. Esta visita pretende dar conta do momento em que as artes visuais e a literatura se aproximam quer de modo imediato, por influência, quer indiretamente, quando parecem ecoar um mesmo sentido e como ao longo do século XX as artes e as letras se encontraram e construíram um imaginário comum.
Conceção: Joana Batel

 

Entre os dados e o xadrez (VT)
Em 1913 Marcel Duchamp faz a obra A roda de bicicleta. A escolha deste e outros objetos que constituem os ready-mades parece ser feita ao acaso, numa espécie de lance de dados. No entanto, à medida que pensamos nestes objetos descobrimos uma complexa estrutura de pensamento que só pode ser resolvida de modo analítico, como se de um jogo de xadrez se tratasse. Esta visita temática procura compreender melhor o que é o ready-made.
Conceção: Joana Batel

 

Casa sem volume (VT)
Diz-nos Gonçalo M. Tavares que o Sr. Valéry tinha uma casa de férias sem volume. A casa tinha apenas uma fachada e uma porta por onde, no mesmo sentido, se podia entrar e sair. A casa do Sr. Valéry parece impossível; no entanto, existe para ele. Esta visita temática sobre a experiência do espaço, em particular na pintura, apresenta-nos a tridimensionalidade num plano. Este entendimento do espaço só pode ser compreendido por um corpo imaginário capaz de atravessar e habitar na superfície, tal como na casa do Sr. Valéry.
Conceção: Joana Batel

 

Uma história da fotografia (VT)
Esta visita propõe uma reflexão sobre a história da fotografia a partir das obras em suporte fotográfico expostas no Museu Coleção Berardo.
Conceção: Orlando Franco

 

O que é real numa imagem (VT)
No seu livro Imagens, Georges Didi-Huberman apresenta a ideia de que algumas imagens podem tocar o real. Nesta visita abordaremos algumas obras fotográficas da Coleção Berardo e a partir de uma lógica de discussão iremos analisá-las tendo em conta várias perspetivas e contextos interpretativos.
Conceção: Orlando Franco

 

A tridimensionalidade da pintura (VJ)
Esta visita leva-nos numa viagem através da pintura presente na Coleção Berardo; a perspetiva e a sua recusa; compreensão das práticas da pintura na arte moderna, na relação entre a bidimensionalidade e tridimensionalidade.
Conceção: Orlando Franco

 

Arte e arquitetura (VT)
Esta visita propõe explorar nas obras da Coleção Berardo e em especial nas obras que integram os movimentos Construtivismo, Neoplasticismo, Suprematismo e Abstracionismo as conceções de espaço e as ideias que ancoraram a construção de novas linguagens, e como essas propostas foram assimiladas pela arquitetura. A visita desenvolve as relações que se podem estabelecer entre as duas disciplinas.
Conceção: Isabel Barbas

 

Como ver o que não está lá (VT)
Quais são os limites do existir e do não existir? O que será mais importante numa obra de arte, o que vemos ou o que não está lá? E como podemos saber aquilo que até parece que não nos querem contar. Podemos ultrapassar os limites e ampliar as obras para além do que se vê, alcançando assim a sua dimensão original.
Conceção: Sara Franqueira

 

Uma visita por movimento (VT)
Desenvolver e contextualizar os movimentos artísticos a partir das primeiras vanguardas do século XX são os objetivos desta visita.
Conceção: Cristina Gameiro

 

Viagem no tempo (VT)
Uma viagem pela história da arte dos séculos XX e XXI é o que vamos fazer nesta visita, remetendo para o processo de evolução das expressões artísticas e para os seus contextos histórico e concetual.
Conceção: Cristina Gameiro

 

Aula no museu (VT)
Sair da escola e ver ao vivo o que vem nos livros de história, naquilo que diz respeito aos movimentos culturais do século XX. Uma “visita-aula” que nos permite uma fruição direta das obras de arte. Nestas visitas disponibilizamos materiais de apoio que permitem dinamizar o ensino, integrando-o num processo de aprendizagem e crescimento pessoal, consubstanciado na cooperação entre a escola e o Museu Berardo.
Conceção: Cristina Gameiro

 

Uma aprendizagem do corpo: a arte e a sexualidade (VT)
A experiência moderna alterou radicalmente a nossa relação com o corpo: a sua imagem, a sua topografia, como age e como se constitui. O corpo abre-se, desestrutura-se, exigindo uma nova aprendizagem de toda a sua plasticidade.
Na experiência do corpo a imagem que dele fazemos desmultiplica-se, abrindo caminho a uma nova imagética da sexualidade na arte.
Conceção: Joana Batel

 

Do presente para o passado (VT / VO)
Com a ajuda das obras de arte contemporânea viajamos até ao passado para respondermos a algumas questões: Como entender a arte moderna e os principais movimentos de vanguarda? Como distinguir a arte moderna da contemporânea?
Como é que elas se relacionam? Como interpretar uma obra de arte através da história?
Conceção: Rita de Sá e Orlando Franco

 

Visitas Breves
Para aqueles que nos visitam com menos tempo…
Condensadas em 30 minutos, estas visitas propõem um olhar sobre movimentos e pensamentos, a vida e a obra dos artistas da Coleção Berardo.
30 minutos com o artista…
30 minutos com movimento…
30 minutos para pensar sobre …

Atividades em parceria com o CCB
Uma leitura transversal ao edifício (VG)
O CCB, projetado pelos arquitetos Vittorio Gregotti e Manuel Salgado, constitui um ponto de encontro inegável da cidade de Lisboa. Um edifício capaz de conciliar exposições, espetáculos, diferentes manifestações artísticas… mas nem sempre reunindo consenso sobre a sua implantação e construção.
Esta visita propõe conhecer o edifício através da história da sua localização, da envolvente paisagística e das intenções da equipa de arquitetos, questionando simultaneamente o seu papel atual numa Lisboa cosmopolita.

Segunda a sexta às 10h30| Sábados e domingos às 10h30 para famílias
Conceção e orientação: Fabrícia Valente e Maribel Sobreira

 

Da ideia à concretização (VT / VJO)
Esta visita pretende transmitir a importância do “Conceito” em arquitetura e da sua relação com a obra. O espaço Centro Cultural de Belém | Museu Coleção Berardo nasceu de uma ideia base que se desenvolveu numa estrutura modular baseada no cubo. Esta estrutura permitiria ir-se construindo módulos de acordo com as necessidades do equipamento cultural. Desta forma, visitaremos os três módulos existentes, bem como os locais onde nascerão os futuros módulos quatro e cinco. Vamos incidir a visita não só nas relações modulares e questões volumétricas, mas também na escolha dos materiais e texturas que dão ênfase ao conceito inicial.

Segunda a sexta às 10h30 | Sábados e domingos às 10h30 para famílias
Conceção e orientação: Fabrícia Valente e Maribel Sobreira

 

Uma janela sobre o rio, sobre a história (VT / VJO)
Poderemos falar em triângulo histórico e/ou arquitetónico em Belém? Que relações formais e estéticas estabelecemos entre o Monteiro dos Jerónimos da época Manuelina, as referências da Exposição do Mundo Português do Estado Novo e o Centro Cultural de Belém de uma Lisboa Capital Europeia da Cultura? Transformaremos esse triângulo em quadrado com o novo e contestado Museu dos Coches e incluiremos nele a extensão ao Mosteiro dos Jerónimos do século XIX? Como é que cada uma destas épocas e cada um destes edifícios estabelece comunicação entre si e como é que o espaço do CCB se torna não só uma janela para o rio, mas também uma peça fundamental de diálogo?

Segunda a sexta às 10h30| Sábados e domingos às 10h30 para famílias
Conceção e orientação: Fabrícia Valente e Maribel Sobreira

 

Um edifício que é uma cidade (VT / VJO)
Descobrir o CCB de fora para dentro. Como se relaciona urbanisticamente com a envolvente e como, partindo da cidade, se cria enquanto espaço cultural. Vamos descobrir o caráter cívico e social deste grande edifício, como no seu interior parte de ruas e praças para se tornar num conjunto de funções que servem a atividade cultural da cidade. Vamos percorrer a sua lógica de habitabilidade urbana e arquitetónica enquanto espaço de relação com a história e cultura portuguesas e com as principais características de Lisboa.

Segunda a sexta às 10h30| Sábados e domingos às 10h30 para famílias
Conceção e orientação: Fabrícia Valente e Maribel Sobreira

 

Universidades Séniores
Visita / Duração média: 1 hora e 30 minutos
Visita-oficina / Duração média: 2 horas e 30 minutos

 

A primeira vez num museu de arte contemporânea (VT)
A primeira visita a um museu de arte contemporânea é um momento fascinante que, com o passar do tempo, permanece na nossa memória. Num percurso pelas exposições patentes no Museu Berardo partimos das obras de arte para explorar conceitos, temáticas e técnicas que surgiram nos últimos cem anos, de forma a construirmos um novo conhecimento do mundo que nos rodeia.
Conceção: Cristina Gameiro

 

Um percurso pela Coleção Berardo – Parte I (1900-1960)
Um percurso pela Coleção Berardo – Parte II (1960-2010)

 

Olhar o passado para pensar o futuro (VA / VJO)
O museu apresenta-se indubitavelmente como o lugar onde o presente e o passado se encontram e onde se procura perspetivar a criação artística futura. No entanto, esta projeção de ideias e propostas não poderá ser construída sem uma espécie de visão em flashback.
Conceção: Hugo Barata

 

O novo também tem histórias para contar (VT)
E se para a frente é que é o caminho, cada passo está cheio de histórias de vontade, de determinação. Nesta visita vamos abordar as intenções atrás de cada obra e descobrir que a arte tanto muda o mundo como o mundo muda a arte.
Conceção: Sara Franqueira

 

Arte com memórias (VJ / VJO)
Onde guardamos as nossas memórias, as nossas histórias de toda uma vida?
Nesta visita, descobrimos imagens que nos fazem recordar outras imagens… Vamos abrir as nossas “caixinhas” pessoais numa partilha de boas memórias.
Conceção: Marília Pascoal e Susana Alves

 

A construção da identidade (VT)
Iremos explorar as noções de identidade pessoal e coletiva num confronto entre a nossa própria identidade (o observador) e a do artista, através da sua obra. Como é que o artista se vai conhecendo através do seu trabalho? De que forma nos ajuda a entender os nossos limites? Num mundo que se diz global, nunca a obra de arte apelou tanto ao indivíduo. Quantos Eus se desmultiplicam na relação espectador-obra-artista?
Conceção: Fabrícia Valente  e Maribel Sobreira

 

A validação artística (VT)
Quando olhamos para uma obra uma pergunta se nos depara: quais foram os processos de legitimação por onde passou para que a possamos nomear de “arte”? Na arte contemporânea as sensações de inquietude e surpresa estão muitas vezes próximas das de perplexidade. Olhemos algumas obras a partir de textos dos teóricos, confrontando assim a perspetiva do artista e a do crítico.
Conceção: Fabrícia Valente e Maribel Sobreira

 

Perspetivas (VT / VJO)
Perspetivar os diferentes movimentos, olhares e propostas das exposições através das palavras dos artistas, críticos e historiadores de arte.
Conceção: Patrícia Trindade

Públicos com necessidades especiais
Visita / Duração média: 1 hora e 30 minutos
Visita-oficina / Duração média: 2 horas e 30 minutos

 

Eu no museu (VJ / VJO)
A experiência de ver uma exposição num museu é sempre única e dependente do olhar de cada um. Observando as obras atentamente vamos explorar o que nos aproxima ou nos afasta delas. Vários desafios serão propostos: O que reconhecemos na obra? De que forma eu me identifico com ela? E se eu não gostar? Se tivesse sido eu a fazê-la, como seria?
Conceção: Maria do Carmo Rolo e Susana Alves

 

Co(n)tato se vê a obra (VJ / VJO)
Explore o nosso museu de forma criativa. Acionamos os sentidos e criamos diferentes contatos com as obras de arte. Como ver o que está lá e o que não está lá? Vamos conversar co(n)tato e criar objetos dialogantes.

Atividade dirigida a cegos e pessoas com baixa visão
Conceção: Rita de Sá

 

Para além destas, outras atividades da nossa programação podem ser adaptadas a públicos com necessidades especiais.
Para mais informações contacte o Serviço Educativo: T. 213 612 800.

 

Professores 

Visitas orientadas ao Museu
(preparação de visitas)
Coleção Berardo – Parte I (1900-1960)
Coleção Berardo – Parte II (1960-2010)

 

Cursos

Uma viagem pela história da arte dos séculos XX e XXI na Coleção Berardo
Este curso pretende contextualizar e refletir sobre as transformações ocorridas desde as primeiras vanguardas até aos nossos dias.
Mínimo de participantes: 12
Máximo de participantes: 30

 

Histórias digitais – Digital storytelling na sala de aula
As histórias são uma forma antiga de comunicar. Aliadas às novas tecnologias são uma ferramenta que começa a ser usada em todo o mundo nas salas de aula para ilustrar os currículos e potenciar a reflexão crítica. As histórias digitais partem de um ponto de vista pessoal e trazem para dentro da escola as experiências de cada um, aproximando as matérias do quotidiano. Neste atelier, destinado a professores de todos os graus de ensino, ensinamos a produzir pequenos filmes a partir das várias obras de arte expostas no Museu Berardo.
A formação certificada é composta por vinte e cinco horas presenciais e vinte e cinco horas de trabalho autónomo e pode valer até dois créditos.
Conceção e orientação: Inês Rodrigues, Helena Lopes

Destinatários: docentes de todos os graus de ensino
Máximo de participantes: 14

 

Curso

Artes Plásticas
Introdução à Contemporaneidade

Módulo 1 – Dimensões do real
Uma abordagem a algumas das transformações do modernismo onde a ênfase da representação passa da realidade para uma visão interior do artista, e ao espectador passa a ser exigido um papel activo e construtor. Formas diferentes de abordar, conceber e organizar o real em várias realidades; o impressionismo, o cubismo, o fauvismo e o surrealismo como possibilidades visuais.

Módulo 2 – Questionamento
Discussão de um ponto de viragem, de rutura, e das suas consequências. O momento em que a arte começa a fazer perguntas a si própria, onde o jogo passa a ser o que é jogado; a proposta de Marcel Duchamp e a sua ancoragem no movimento dadaísta. Construção de um novo olhar e com ele inaugura uma das mais fortes vertentes da arte contemporânea que é o conceptualismo.

Módulo 3 – Fronteiras com o teatro
A segunda metade do século XX trouxe a globalização e multidisciplinaridade e os artistas visuais responderam tornando os seus trabalhos transversais e híbridos. A dimensão teatral foi algo testado inicialmente pelos minimalistas, com a introdução da experiência do espaço no seu trabalho e mais tarde completamente absorvida pelos artistas de performance. Foram criadas escolas e grupos que redefiniram tanto estéticas como modos de operação fazendo nascer happenings, environments e ações coletivas.

Módulo 4 – Instalação e Projecto
Irá ser abordada a instalação como metodologia e categoria de criação nas artes visuais e as suas especificidades na relação com o observador. Reflexão sobre alguns artistas que a utilizam, quer de forma mais minimal ou extravagante, em contextos mais íntimos ou em grandes mostras internacionais. Haverá também lugar para uma passagem por linguagens atípicas, de contornos individuais, e por artistas que operam completamente fora do sistema, nomeadamente ao nível do contexto urbano.

 

Curso

Visão Pictórica.
Módulo 1 – Fragmentos e colagens
Trabalhar estes conceitos como métodos de criação e de análise. Discussão do próprio conceito através de exemplos que podem ir da pré-história à contemporaneidade. O sentido nas várias épocas e a sua emancipação visual. De Giotto a Rauschenberg, exemplos da pintura, da escultura e do vídeo.

 

Módulo 2 – Cor e contaminações
Leituras diversas sobre a importância da cor, da sua relação com a luz e com as diferentes técnicas. Uma viagem do académico claro-escuro até ao trabalho desconstruído de artistas como Adriana Varejão ou Frank Stella. A ideia de contaminação do espaço e dramaturgia da cor desde o emotivo Caravaggio, passando pelo científico Kandinsky até ao inquietante e atual Olafur Eliasson.

Módulo 3 – Enquadramento e contexto
O enquadramento como o modo de ver, a organização de um espaço dentro de outro espaço e a sua capacidade de construir significados. A geometria como desenho invisível e a escala como jogo de pesos e medidas. Começando na perspetiva do Renascimento, um olhar que também abrange os construtivistas russos e os hiperrealistas dos anos 1990. O contexto como fenómeno irmão, responsável pelo eterno jogo da importância, do valor e da inquietação.

Módulo 4 – Humanos e híbridos
O corpo humano no academismo grego e na obra de Paula Rego. A representação do eu e do outro, a humanidade em questão nas diferentes formas de presença humana, seja ela virtual mas fundamental, como em Donald Judd, ou ativa mas autista como em Tony Oursler. Trata-se de pensar o humano também onde já não o é, como nas extensões de Rebecca Horn ou nas estátuas cantantes de Gilbert and George.

 

Projetos Continuados
A partir de temáticas propostas pelo Serviço Educativo do Museu Coleção Berardo, desenvolver-se-ão, ao longo do ano letivo, projetos continuados entre o museu e a escola, criando-se deste modo uma relação de proximidade entre estes espaços de aprendizagem.
O trabalho é desenvolvido do ensino pré-escolar ao universitário.

 

Famílias 

Oficinas em família
2-4 anos

 

Cozinh’arte
Um momento performativo entre a cozinha de autor e a fértil imaginação das crianças…
Duas personagens singulares que acreditam que tudo tem uma receita, e um cozinhífrico, sofisticada máquina de preparação de onde tudo pode sair, uma bancada de trabalho regulamentada e ferramenta inusitada. Será então no museu que vamos encontrar inspiração para construir estas criaturas que quando viajarem para outras paragens vão levar a história das obras de arte.
Conceção: Sara Franqueira
Interpretação: Sara Franqueira e Sofia Cabrita

 

Histórias com arte dentro
Estas histórias são feitas de muitas artes: temos de as ouvir de olhos bem abertos e vivê-las com o corpo inteiro. O convite é descobrir palavras e imagens de livros fantásticos nas salas do Museu como se nelas morássemos. Voando das páginas como borboletas, histórias irão cruzar-se com muitas outras histórias. Nós estaremos lá para as contar!
Conceção: Dora Batalim e Margarida Botelho

 

Arte na pele
Nesta atividade vamos juntar dois mundos: o da arte e o do toque. A arte é um mundo de cores, cheiros, formas, sons, texturas, imaginação, sensações, criatividade e narrativa. As obras de arte não podem ser tocadas mas podem ser traduzidas em toques na pele que podem inspirar movimentos, diferentes interpretações e associações.
Descobre como podemos criar uma relação nova com as obras de arte, se as sentirmos na nossa pele!
Conceção e orientação: Lúcia Paulino e Susana Alves

 

Escultura para pequeninos
As formas fazem lembrar coisas que nos levam a imaginar histórias que nos fazem lembrar outras histórias, outras formas para construir mais histórias. E assim se passa uma manhã, a inventar histórias a partir de formas e formas a partir de histórias.
Conceção: Mariana Ramos

 

4 -6 anos / 7-12 anos
Para estas idades propomos ao longo de cada mês realizar viagens pelos vários núcleos da Coleção Berardo, criando oficinas que explorem os processos criativos dos artistas dada, surrealistas, construtivistas, pop, abstracionistas, entre outros.

 

Para partilhar com um grupo de amigos…
Um dia no museu – Curador por um dia
Uma noite no museu – Detetive por uma noite
Férias no museu
4 -6 anos / 7-12 anos
Nos períodos de interrupção letiva o Serviço Educativo organiza oficinas semanais cujo ponto de partida são as obras de arte da Coleção Berardo.

 

Aniversários no museu
Os aniversários no Museu Coleção Berardo consistem em oficinas temáticas, ou visitas-jogo-oficina, que têm como ponto de partida as obras de arte da coleção. Propomos ainda, simultaneamente, visitas orientadas para os familiares e convidados adultos do aniversariante.

 

Adultos

Visitas orientadas:         Gerais
Temáticas
Breves

 

Cursos

Dos fantasmas da imagem ao digital – As novas e as velhas tecnologias na arte contemporânea
As ferramentas da contemporaneidade estão cada vez mais assentes nas questões que envolvem as novas tecnologias; novidades, aparelhos e máquinas sofisticadas que ao longo dos tempos alteraram o nosso gesto e maneira de estar, como refere o teórico modernista George Simmel. Até a própria fisicalidade do corpo do ser humano muda.
Um modus operandi ditado pelos objetos e pelas invenções dos primeiros curiosos/cientistas/investigadores que já datam de há muitos séculos.
Desde as fantasmagorias às lanternas mágicas, à fotografia, ao vídeo e aos hologramas e à eletrónica chegámos agora à era táctil dos ecrãs de grafeno.
Este curso tem como propósito apresentar uma antologia das tecnologias e dispositivos que atravessaram os tempos e de como a arte se foi alterando sob o efeito da apropriação de novas práticas e materiais, por parte dos artistas. Um curso que tenta compreender melhor as ferramentas que mudaram os paradigmas da arte permitindo-nos um melhor entendimento do espaço e tempo atuais.
Conceção e orientação: Susana Anágua

 

Do visível – Vídeo, cinema, instalação e imagem virtual dos anos de 1960 à atualidade
Este curso teórico-prático propõe uma abordagem aos discursos da imagem a partir da segunda metade do século XX. Propõe-se a reflexão em torno da importância do olhar e do enquadramento nas práticas artísticas contemporâneas.
A relevância da obra de Dan Graham, Bruce Nauman, Andy Warhol ou do cinema de Jean-Luc Godard, entre outros.
Conceção e orientação: Orlando Franco, Rita de Sá e Susana Anágua

Mínimo de participantes: 12
Máximo de participantes: 30

 

A Coleção Berardo em três narrativas
Partindo de uma leitura transversal à Coleção Berardo, propomos o cruzamento dos vários movimentos artísticos através de três conceitos exploratórios: Natureza como foi e é apresentada ao longo de século XX; Identidade como a formação da identidade influencia a relação do elemento natural, ou como o artista se vê na natureza da obra; Vacuidade ou Vazio como o esvaziamento formal e ontológico do próprio conceito de arte se minimaliza para dar espaço a uma relação de confrontação com a identidade do observador.
O curso terá a duração de 8H divididas em três sessões, sendo a visita à coleção acompanhada por suporte audiovisual (auditório) e textos de exploração em que cada participante é convidado a refletir sobre a sua relação com os temas abordados. As três narrativas apresentadas serão sempre abordadas não só pelo carácter individualista de cada tema mas também pela relação entre eles.

 

Primeira Sessão:
O conceito de natureza e o seu afastamento da mimésis

Segunda Sessão:
A superação da identidade antropocêntrica

Terceira Sessão:
Vacuidade ou vazio como o afastamento da identidade e o regresso à natureza
Conceção: Fabrícia Valente e Maribel Sobreira

 

A cidade como motor da criação artística
Os desenhos da cidade e os modos de a habitar têm sido o impulso para muitos artistas trabalharem as mais diferentes linguagens. De um caos urbano vivido no pós-guerra, a um retrato de habitação social, a uma ênfase pop de apreensão do instante, à subversão trazida pelo movimento moderno e o fascínio pela era industrial e funcional…muitos são os temas da cidade que ampliam a visão contemporânea do mundo.
Ao longo da Coleção Berardo propomos uma leitura que parte deste tema e dá unidade às questões do espaço que vão pontuando tanto as primeiras vanguardas do século XX (Dadaísmo e a negação à cidade / Construtivismo russo e era industrial / Neoplasticismo e as influências na arquitetura moderna) à arte contemporânea (Minimalismo entre espaço e contexto / Conceptualismo e a cidade socializada / Fotografia alemã e a anulação de um espaço perspetivado) entre outros temas.
Conceção: Fabrícia Valente e Maribel Sobreira

 

Pensamento Cenográfico

Módulo 1 – A cenografia como lugar
Cenografia não é coisa que se põe em cima do palco, é o palco em si, é espaço. Também não é apenas um espaço geométrico, é um espaço vivido, transformado pelo momento ficcional da representação e das relações que ela estabelece.
Vemos por isso infinitos lugares cenográficos num mesmo sítio e cenografias a nascer em muitos lugares.

Módulo 2 – Metáfora visual e ambiguidade

O cenário nunca é uma construção realista por mais fiel que tente ser a uma realidade. Será sempre uma mentira em palco, um jogo de signos visuais inerentes ao reconhecimento de uma representação. É sobretudo um jogo visual que tenta forjar emoções, ideias e evocações, sem conseguir controlar o que dele se vê ou depreende. São espaços de liberdade que funcionam mais no universo da metáfora do que no da identificação. São por isso de valência ambígua e situam-se nesse lugar próprio da condição artística.

Módulo 3 – Mutações e multiplicações
O objeto cenográfico não é constante e desenvolve a sua própria narrativa durante o acontecimento. A sua transformação pode ocorrer a vários níveis e pode ser potenciadora na gestão do espaço da cena, na caraterização de personagens, na criação de contextos e até mesmo na resolução de problemas técnicos.

Módulo 4 – Decisões e Contaminações
Como decidir? Como passar a mensagem, como estruturar uma realidade que ainda não existe e onde é preciso pôr uma série de pessoas a trabalhar com ela. Como ela responde ao que está a ser criado e como ela própria pode criar outras coisas. Contaminações possíveis do projeto cenográficos e a sua capacidade de ancorar um ponto de vista.

 

Workshops

Conversas e discussões

Conferências

 

 

Empresas

Envolver o mundo empresarial na descoberta da arte contemporânea

 

Cursos

Workshops

Conferências

 

 

 INFORMAÇÕES GERAIS
Marcações
De segunda a sexta-feira, das 10h às 18h00
T. 21 3612800 | F. 21 3612900
servico.educativo@museuberardo.pt

 

Informações úteis
Horário das atividades: de segunda a domingo, das 10h00 às 17h00
Todas as atividades requerem marcação prévia.
Máximo de participantes por atividade: 1 turma ou 25 participantes para grupos particulares

Preçário

Para escolas e outros grupos organizados

Visita-jogo; visita orientada; visita temática: gratuitas

Visita-jogo-oficina: 1,5 euros / participante

Atividades em parceria com CCB: 2,5 euros / participante

Atividades em parceria com a Nintendo: 2,5 euros / participante

 

Para as famílias

Atividades “Bebés”: 2 euros / participante

Atividades “Família”: 2 euros / participante

Atividades em parceria com a Nintendo: 5 euros / participante

 

Férias no museu: sob consulta

Um dia no museu: 30 euros / participante (inclui almoço)

Uma noite no museu: sob consulta

Aniversários no museu: 12 euros / participante

 

Para os adultos

Visitas para grupos: 100 euros (até 20 participantes; para um numero superior o valor é acrescido de 5 euros / participante)

Cursos e Workshops: sob consulta

 

 

MUSEU COLEÇÃO BERARDO

 

SERVIÇO EDUCATIVO

Cristina Gameiro (coordenação e programação)

Cátia Bonito

Filipa Gordo

 

Horário de funcionamento do museu
De segunda a domingo, das 10h00 às 19h00

Entrada gratuita
www.museuberardo.pt

 

 

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