A administração da Fundação Arpad Szenes Vieira da Silva considera que o corte de 30 por cento no apoio público “não faz sentido, face ao histórico da fundação e do museu” dedicado à obra da pintora.
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A Fundação Arpad Szenes Vieira da Silva foi incluída no conjunto de entidades às quais o Governo pretende cortar 30 por cento do financiamento público, a par de outras como a Fundação Casa da Música e a Fundação de Serralves, ambas no Porto, e a Fundação de Arte Moderna e Contemporânea — Coleção Berardo, em Lisboa.Contactado pela agência Lusa sobre esta decisão, o vice-presidente da administração da Fundação Vieira da Silva, João Corrêa Nunes, respondeu, através de um e-mail, que a entidade tinha sido “notificada em sede de audiência prévia, sobre um projeto de decisão no sentido da redução de 30% do total de apoio público”.
“Iremos pronunciar-nos para que esta intenção venha a ser alterada, dado ela não fazer sentido face ao histórico da Fundação e do Museu e contrariar o entendimento ainda recentemente partilhado com a administração da Fundação”, acrescentou o responsável.
A Fundação tem recebido apoio do Governo através da tutela da cultura para a manutenção, funcionamento e segurança do museu, localizado na Praça das Amoreiras, em Lisboa, mas as exposições são criadas com base no acervo próprio, obras cedidas e com mecenato.
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Fonte: Porto Canal
