Reduzido número de visitantes colocou em risco manutenção de museus do interior

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A diretora regional de Cultura do Centro admitiu que o Museu de Francisco Tavares Proença Júnior, em Castelo Branco, correu o risco de encerrar face ao reduzido número de visitas. A hipótese foi deixada por Celeste Amaro em entrevista à Rádio Altitude, da Guarda. Os espaços de Castelo Branco e da Guarda “são dois museus com poucas visitas e portanto estavam em iminência de serem encerrados”, assumiu a diretora regional.
A Direção Regional de Cultura do Centro anunciou na passada semana o corte de cargos dirigentes, com a nomeação de três diretores para os seis museus da região. A diretora do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior, Aida Rechena, acumula assim a direção do museu de Castelo Branco com o da Guarda.
Celeste Amaro esclareceu que esta não é uma solução definitiva, estando prevista a abertura de concursos para os cargos de direção, o que deverá acontecer até ao final do ano.
Os museus passam a ser geridos a partir de Coimbra com o apoio das câmaras “que estão muito interessadas que os museus se abram à cidade”, diz a diretora regional, que espera fazer uma avaliação da situação dentro de um ano.

Fonte: Reconquista

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