
Demitido no fim da semana passada, Diogo Infante, que foi director artístico do Teatro Nacional D. Maria II durante os últimos três anos, fala de uma ausência de estratégia política do actual governo. O agora ex-director diz-se injustamente tratado perante os dados que o próprio secretário de Estado da Cultura considerou mostrarem uma gestão rigorosa e que merecia louvor. E conta a sua versão do processo que levou à sua demissão.
