” A rede de museus nacionais está sobredimensionada. Tentar parcerias com outras entidades, como as câmaras, ou transferir para a tutela daquelas alguns museus, certamente que sim; transferir as tutelas para as direcções regionais é uma falsa solução, pois são apenas extensões do Estado central.
A gratuitidade é uma das questões mais complexas e sensíveis das artes e do sector cultural – e como tal merece uma reflexão autónoma. Fixemo-nos então por agora nalguns pontos.
O mais sensível e difundido é o que a era digital veio possibilitar com os downloads – “pirataria” se lhe chama também. É como que uma “utopia libertária”, se não tivesse um efeito assaz perverso: afectou gravemente não só as grandes multinacionais dos sectores do disco e do cinema como os próprios direitos dos autores e intérpretes. (…)
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