Berardo denuncia tentativas para influenciar escolha de director artístico do museu

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Joe Berardo, presidente da Fundação de Arte Moderna e Contemporânea – Colecção Berardo diz que existem tentativas de vários “lobbies” para influenciar a escolha do novo director artístico do museu, mas garante não se deixar pressionar.
O museu de Arte Contemporânea abriu as portas a 25 de Junho para acolher um acervo inicial de 862 obras da colecção do comendador madeirense, com base num acordo assinado em 2006 entre o Estado português e Joe Berardo, depois de uma polémica que o levou a ameaçar levar a colecção para outro país. Este acordo determina que o acervo, avaliado na altura em 316 milhões de euros pela Christie’s, seja cedido em regime de comodato (empréstimo) até 2016 e instalado no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, podendo o Estado português comprá-lo por esse valor em qualquer momento, até 2016.

Joe Berardo refere que este contrato “tem um prazo de 20 anos para que haja acesso a outros curadores para futuro do museu”, sendo que nestes primeiros quatro de existência recebeu 2,4 milhões de visitantes e apresentou 37 exposições, tendo a Fundação adquirido cerca de 200 novas obras de arte.

Fonte: Público

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