No final da anterior legislatura, o primeiro-ministro José Sócrates reconheceu que tinha sido “um erro” não ter investido mais na cultura. No entanto, os cortes anunciados nos últimos dias fizeram crescer o descontentamento e o sentimento de traição generalizados.
De acordo com um estudo apresentado em Março, o sector cultural e criativo representa 2,8% da riqueza gerada em Portugal (3,691 milhões de euros) e dá emprego a 127 mil pessoas.
Desenvolvido por Focusdigital.pt
